REPRESENTAÇÕES VISUAIS DA MORTE NA EDIÇÃO DE LIVROS EM PORTUGAL

ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE AS EMOÇÕES VEICULADAS

  • Mafalda Frade Centro de Linguística (CLUNL), FCSH/Universidade Nova de Lisboa; e Centro de Línguas, Literaturas e Culturas, Universidade de Aveiro, Portugal.
  • Maria Manuel Baptista Centro de Línguas, Literaturas e Culturas, Universidade de Aveiro, Portugal.

Resumo

A evolução imagética a que o mercado livreiro tem obrigado na última década, por força de uma competição cada vez mais intensa por leitores e por espaço/tempo nas livrarias, reflete-se de forma premente nas capas de livros, cujo design adquiriu uma enorme importância por apelar às emoções (motivando assim o consumo). As múltiplas obras sobre doença e morte editadas nos últimos anos em Portugal não escapam a esta tendência. Neste âmbito, o presente estudo procura analisar as diferenças e semelhanças na representação visual da morte nas capas destes livros, tendo em conta diversos parâmetros, como: sexo dos sujeitos, faixa etária, doenças específicas, autores e tipo de editoras. Através desta análise, identificaremos as regularidades e constantes presentes nas capas, procurando descobrir que mensagem veicula cada uma delas, de forma a compreendermos de que modo estes livros demonstram, nas suas capas, as conceções culturais e emoções que rodeiam estes assuntos.

Publicado
2018-10-03
Como Citar
Frade, M., & Baptista, M. (2018). REPRESENTAÇÕES VISUAIS DA MORTE NA EDIÇÃO DE LIVROS EM PORTUGAL. Diacrítica, 31(2), 31. https://doi.org/10.21814/diacritica.237
Secção
A emoção na criação literária e cultural