A TRANSCRIAÇÃO INTERSEMIÓTICA NA FORMAÇÃO DE LEGENTES

UMA POSSÍVEL REATIVAÇÃO DA PRÁTICA DE LEITURA NO ENSINO-APRENDIZAGEM

  • Isadora Bellavinha Universidade Federal de Minas Gerais
Palavras-chave: Transcriação, Tradução Intersemiótica, Ensino da literatura, Educação alternativa, Multimodalidade, Legente

Resumo

O presente ensaio realiza uma reflexão sobre a atividade de leitura realizada nas escolas brasileiras, acentuando a perpetuação da desigualdade social pela inferioridade da educação básica na rede pública. Amparado pela noção de legente, que emerge da obra de Maria Gabriela Llansol, e a partir das teorias modernas da tradução, este artigo convoca as práticas de tradução/transcriação intersemiótica como uma via possível de reativação da leitura transformadora no ensino da literatura.

Publicado
2020-04-03
Como Citar
Bellavinha, I. (2020). A TRANSCRIAÇÃO INTERSEMIÓTICA NA FORMAÇÃO DE LEGENTES. Diacrítica, 34(1), 70-94. https://doi.org/10.21814/diacritica.285
Secção
Línguas & Tecnologias: modalidades, desafios e experiência