O CONTRA-MAPEAMENTO COMO PRÁTICA DE RESISTÊNCIA

A EXPERIENCIA MIGRATÓRIA CONTEMPORÂNEA EM THE MAPPING JOURNEY PROJECT

  • Andrea Torrano Centro de Investigaciones y Estudios sobre Cultura y Sociedad – CONICET y Universidad Nacional de Córdoba, Argentina.

Resumo

Este artigo se propõe analisar o contra-mapeamento como prática de resistência ao
regime fronteiriço da UE. O contra-mapeamento mostra a experiência subjetiva
das pessoas migrantes em torno as fronteiras. Retomamos como “caixa de ferramentas”
as noções de Foucalt e Deleuze e Guattari de espaço esburacado, regime de
(in)visibilidade e contraconduta para caracterizar o contra-mapeamento. Vamosnos
focar na vídeo-instalação e Mapping Journey Project (2008-11) de Bouchra
Khalili. O relato mapeado dos migrantes permite notar a estreita articulação entre
as noções de espaço e subjectividade que serão abordadas a partir da noção de
contra-mapeamento.

Publicado
2019-05-28
Como Citar
Torrano, A. (2019). O CONTRA-MAPEAMENTO COMO PRÁTICA DE RESISTÊNCIA. Diacrítica, 31(3), 13-40. https://doi.org/10.21814/diacritica.386