Arte e Pós-memória – fragmentos, fantasmas, fantasias

  • Margarida Calafate Ribeiro Centro Estudos Sociais, Universidade de Coimbra
Palavras-chave: Arte, Pós-memória, Colonialismo, Pós-colonialismo

Resumo

Neste artigo abordo a relação entre arte e pós-memória a partir das heranças coloniais ligadas à ditadura portuguesa, à guerra colonial em África e à descolonização expressas no trabalho de quatro mulheres artistas portuguesas: uma escritora, Isabela Figueiredo, com o Cadernos de Memórias Coloniais (2009), uma cineasta, Filipa César, e a performer Grada Kilomba, com Conakry (2017) e uma artista visual, Ana Vidigal, com Penélope (2000). Na minha leitura estes trabalhos constituem-se cartas ao pai/ pátria. O contexto histórico e o quadro teórico de análise é dado no início do artigo.

Publicado
2020-07-30
Como Citar
Ribeiro, M. (2020). Arte e Pós-memória – fragmentos, fantasmas, fantasias. Diacrítica, 34(2), 4-20. https://doi.org/10.21814/diacritica.523